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Estudantes de Biomedicina exploram a auriculoterapia, prática da Medicina Tradicional Chinesa

Em 18/05/2026 às 12h54

Estudantes de Biomedicina exploram a auriculoterapia, prática da Medicina Tradicional Chinesa

Os acadêmicos do curso de Biomedicina do Centro Universitário Serra dos Órgãos (Unifeso) tiveram, mais uma vez, a oportunidade de se aprofundar em uma vertente da Medicina Tradicional Chinesa validada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Essa iniciativa destaca a relevância social e terapêutica dessa abordagem na qualificação profissional do biomédico. A auriculoterapia consiste em um método de acupuntura que utiliza o estímulo de pontos específicos no pavilhão auricular para o diagnóstico e tratamento de distintas condições de saúde.

Integrada ao Sistema Único de Saúde (SUS) a partir de 2006, por meio da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, essa prática foi introduzida na grade curricular pela matéria de Integração Ensino, Trabalho e Cidadania (IETC). O propósito da disciplina é fomentar nos alunos o hábito do aprendizado constante, a habilidade de interagir com diferentes conhecimentos e uma postura de atuação crítica e transformadora nos ambientes profissionais.

Direcionada aos alunos do oitavo período, a aula abordou noções de anamnese, métodos para identificar queixas de saúde e o mapeamento dos pontos nas orelhas. Na parte prática, os discentes formaram pequenos grupos para aplicar a técnica de acordo com as demandas individuais de cada colega.

Essa metodologia contribuiu para o aprimoramento das competências técnicas e do pensamento clínico, além de incentivar o trabalho em equipe e o compartilhamento de vivências.

Passada uma semana da realização da técnica, o debate sobre as impressões dos alunos trouxe resultados distintos. Alguns destacaram impactos positivos, tais como:
- diminuição da ansiedade;
- maior sensação de relaxamento;
- alívio de quadros dolorosos;
- melhoria nos padrões de sono.

Em contrapartida, houve relatos de estudantes que não observaram efeitos expressivos. Conforme a professora Ana C. Dutra, a vivência possibilitou aos alunos reconhecer tanto as capacidades curativas quanto as fronteiras da auriculoterapia. "Ao unir bases históricas, científicas e práticas, a atividade se firmou como uma ferramenta pedagógica fundamental para o preparo em terapias integrativas e complementares dentro do campo da biomedicina", afirmou a docente.

Por: Raphael Branco

Fonte: UniFeso


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